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segunda-feira, 26 de março de 2012

Pescada em Cama de Sabores



Devo confessar que a pescada sempre me pareceu um peixe pouco interessante e até insonso.

Este sentimento talvez se deva ao facto de ser açoriana e ter desde criança a memória de um peixe fresco e suculento, ao qual basta só acrescentar sal e fica, sem mais tempero, repleto de sabor.  

Mas, tinha pescada em casa, e tinha que cozinhá-la para que esta soubesse e parecesse apetecível. Por isso, ocorreu-me esta forma que partilho convosco. Devo dizer que, apesar de não ser apreciadora de pescada, fiquei rendida ao sabor deste prato, que irei repetir mais vezes.

Ingredientes:

4 postas de pescada;
½ cebola;
2 dentes de alho;
1 tomate grande;
½ alho francês;
¼ de pimento vermelho;
¼ de pimento verde;
2 colheres de sopa de azeite;
½ copo de água;
¼ copo de vinho branco;
1 folha de louro;
4 bagas de pimenta da Jamaica;
1 baga de cravinho;
1 colher de chá de fios de açaflor;
Chili em pó.


Preparação:

  1. Num tacho de fundo largo coloquei a cebola cortada em meias luas, o alho francês cortado em rodelas, os dentes de alho cortados em lascas e os pimentos cortados em pequenos cubos;
  2. Em cima desta cama dispus a pescada e à volta desta o tomate, limpo de peles e pevides, cortado em meias luas;
  3. Temperei com o louro, a pimenta da Jamaica, o cravinho, os fios de açaflor e o chili.
  4. Por fim adicionei o vinho, a agua e reguei tudo com o azeite;
  5. Levei ao lume onde deixei cozer dentre 15 a 20 minutos, ou até estar cozida e macia.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Creme de Legumes e a Minha Folha de Hortelã


Num fim de tarde frio e ventoso, apetecia algo quentinho e aconchegante e para isso nada melhor que uma sopa, para reconfortar o estômago e a alma. 

Ao fazer a sopa pensava na conversa de uma amiga hoje de manhã, em que ambas trocávamos impressões sobre os pés e as mãos geladas que nem barras de gelo. E nesta conversa a M. disse "sabes, está aquele frio, aquele frio que faz com que haja neve no Pico". Nunca tinha pensado em catalogar o frio que esteve hoje, como aquele frio que faz com que haja neve no Pico. Mas, ao debruar-me um pouco sobre o assunto, fez todo o sentido. 

Para nós Jorgenses, principalmente os que vivem ou passam grande parte do tempo na costa sul, a imagem do Pico altivo e majestoso é uma referência importante. Quando ele está encoberto espreita-se várias vezes ao dia à procura da sua companhia. Todos os dias a vista para o Pico parece diferente e quando ele se veste de branco, simplesmente não há palavras para descrever a imagem.

Voltando à minha sopa e às palavras da M., fui à varanda buscar uma minúscula folha da minha hortelã que teima em não crescer, e o meu olhar desviou-se para o lugar onde está Pico, que neste momento está escondido, e surgiu a pergunta: Será que ele está vestido de branco?! Em breve irei descobrir! 

Ingredientes:

1/2 couve lombarda;
1/2 pé de brócolos;
3 cenouras médias;
1/2 cebola;
2 dentes de alho;
1 courgette;
Sal;
Água.

Preparação:
  1. Numa panela coloquei a água e deixei ferver;
  2. Entretanto descasquei a cebola, os alhos, a courgette e as cenouras;
  3. De seguida cortei os referidos legumes às rodelas;
  4. Entretanto lavei a couve e os brócolos e piquei grosseiramente;
  5. Coloquei tudo na panela, temperei de sal e deixei cozer;
  6. Depois de cozido ralei até estar cremoso, rectifiquei o sal, temperei com um fio de azeite e para a fotografia decorei com uma singela folha de hortelã da minha varanda.   

quarta-feira, 21 de março de 2012

Fígado de Vinho de Alhos e Um Dia a Lembrar o Inverno





O dia acordou ventoso e o mar revolto. A noite tinha sido tempestuosa e temperada com chuva. Acordei e olhei pela janela, o sol espreitava, mas os ramos e a folhagem da encosta da Calheta vergavam-se sob a batuta do vento, fazendo o que parecia ser um vasto manto pintado com várias tonalidades de verde, que parecia no seu conjunto ondular ao sabor de uma brisa.

No lado oposto, o vento desenhava ondas cor de chumbo no mar. Este parecia um poço repleto de chumbo que lhe dava uma profundidade estrondosa. Este chumbo negro era pintalgado de manchas brancas, que se erguiam e desciam, até desaparecerem, para darem, logo a seguir, lugar a outras. Junto à costa, este chumbo tornava-se mais suave, não na força, mas sim na tonalidade.

Ainda junto à costa havia como que uma renda branca que acariciava o basalto negro. Esta renda branca personificava e traduzia toda a força daquele chumbo profundo e suave que estava mais além.  

Ao bater no basalto esta renda branca eclodia em vigorosos salpicos e rebentações que se transformavam numa bruma suave e translúcida que envolvia o basalto negro e ia subindo a encosta.  

Todo este cenário bucólico de inverno, logo no início da primavera, que ao que parece chegou ontem, era filtrado por raios solares suaves e sem calor e foi esta a paisagem que me abraçou logo de manhã e me desejou um bom dia.

E como gosto de todas as estações, e este ano não senti o Inverno, este cenário fez com que o meu dia se iniciasse com um sorriso, e para terminar, também com um sorriso, fica aqui uma receita de Fígado de Vinho Alhos e a memória deste dia a lembrar o Inverno.


Ingredientes:

6 bifes de fígado de novilho;
1 copo de vinho branco;
3 dentes de alho;
Sal;
Mistura de 3 pimentas;
3 bagas de pimenta da jamaica;
1/2 de louro;
1 colher de sopa de polpa de tomate;
1/2 copo de água;
1/2 colher de chá de noz-moscada moída;
1/2 colher de chá de canela; 
Salsa.

Preparação:

  1. Fiz uma marinada com sal, vinho e alhos e deixei os bifes a marinar durante cerca de 3 horas;
  2. Comecei por colocar o azeite numa sertã onde, depois de quente, fritei os bifes;
  3. Depois de fritos coloquei-os num prato e juntei na sertã, aos sumos que se formaram durante a fritura, a marinada e a água.
  4. Temperei com as 3 pimentas, a pimenta da jamaica, o louro, a polpa de tomate, a noz-moscada e a canela;
  5. Depois de levantar fervura e de apurar ligeiramente, adicionei os bifes e deixei ferver durante mais 10 a 15 minutos;
  6.  No final rectifiquei os temperos e servi polvilhados com salsa picada.   

terça-feira, 20 de março de 2012

Pizzas para o Jantar


Como a maioria das pessoas gosto muito de pizza, mas cada vez mais das caseiras. Há sempre algo nas de compra que não me agrada, ou o molho, ou a massa, ou os ingredientes usados, ou tudo junto.

Estas situações têm levado a que o meu entusiasmo inicial de comer pizza fique defraudado no momento que a começo a comer.

Por isso, decidi fazer pizza para o jantar e quando verbalizei a minha ideia não tive opositores. Tratou-se de facto de um momento agradável, em que podemos combinar os ingredientes que cada um mais gosta com aquilo que também temos à disposição na despensa.


Ingredientes para a Massa:

450 gr de farinha de trigo;
200 ml de água;
15 gr de fermento em pó tipo Royal;
1 colher de chá de sal;
2 colheres de sopa de azeite;

Preparação da Massa:

1.    Numa tigela colocar a farinha, o fermento e o sal e misturar tudo;
2.    De seguida ir acrescentando a água aos poucos enquanto se vai amassando até estar totalmente incorporada;
3.    Por fim adicionar o azeite e amassar;
4.    Caso esteja muito dura pode-se acrescentar mais alguma água, ou caso esteja muito mole pode-se adicionar mais farinha;
5.    Esta massa tem a vantagem de não ter de levedar, ou seja depois de amassada está pronta a esticar e colocar no tabuleiro;

Ingredientes para o Molho de Tomate *:

4 tomates maduros;
3 colheres de sopa de polpa de tomate;
Orégãos (usei dos secos);
1 cebola;
2 dentes de alho;

Preparação do Molho de Tomate:

  1. Num tacho coloquei a cebola picada, o alho e o azeite e deixei refogar até a cebola começar a ficar translúcida mas não queimada;
  2. Adicionei os tomates picados, limpos de pele e pevides, e deixei levantar fervura;
  3. De seguida juntei a polpa de tomate e os orégãos e deixei ferver durante cerca de 20 minutos em lume brando.

Ingredientes para Guarnecer:

2 ovos cozidos;
1 lata de atum de 200 gr (usei atum Santa Catarina como não podia deixar de ser)
250 gr de linguiça de São Jorge;
50 gr de fiambre;
100 gr de salame;
200 gr de queijo mozzarela;
100 gr de queijo da ilha ralado;

Preparação das Pizzas:

  1. Depois da massa esticada e colocada nos tabuleiros barrei-a com o molho de tomate;
  2. De seguida dispus os ingredientes em cima do molho ao gosto de quem se ia deliciar com elas;
  3. Numa coloquei atum e os ovos cozidos às rodelas e polvilhei com um pouco de queijo da ilha para dar um sabor mais intenso e por fim com mozzarela para dar o aspecto de um queijo mais elástico e que maleável;
  4. Na outra segui o mesmo processo mas com fiambre, linguiça de São Jorge e Salame.   

* Fiz molho a mais e congelei para futuras situações.

Fontes: A receita da massa foi retirada do Blog da Colher de Pau “As minhas Receitas”, para o molho de tomate segui uma receita da mesma autora do seu livro “Feito em Casa”.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Ovos em Tacinhas e Um Jantar Reconfortante




Para o jantar apetecia algo rápido, simples e ao mesmo tempo reconfortante e foi ai que me lembrei dos ovos em tacinhas.

Estes ovos são com alguma frequência o jantar de domingo à noite. Depois de um dia, normalmente preguiçoso, em que já se vislumbra a segunda-feira à porta apetece-me com frequência algo rápido, quente e reconfortante. E é ai que entram os ovos em tacinhas cuja inspiração partiu de um dos programas de culinária da Nigella Lawson, mas que também já vi feitos de outra maneira em alguns blogs. Esta é então a minha versão, apesar de variar muitas vezes consoante o meu apetite e com base no que tenho em casa.


Ingredientes (para 1 pessoa):

1 ovo;
1 colher de sopa de leite;
Sal a gosto;
Pimenta do reino a gosto;
2 fatias de fiambre;
1 colher de sopa de queijo da ilha ralado;
Fios de açaflor;


Preparação:

  1. Ligar o forno a 180 graus C.º;
  2. Aquecer água na chaleira;
  3. Colocar o ovo numa tacinha pequena que possa ir ao forno;
  4. Temperar com sal e pimenta do reino a gosto;
  5. Colocar o leite, o fiambre cortado aos pedaços e o queijo;
  6. Por fim, polvilhar com fios de açaflor;
  7. Num tabuleiro que possa ir ao forno a tacinha e de seguida colocar dentro do tabuleiro a água previamente aquecida na chaleira, a agua deve ficar a metade da taça que contém o ovo;
  8. Levar ao forno e deixar cozer durante 15 minutos ou até o ovo ter a consistência desejada.     

segunda-feira, 12 de março de 2012

Carne Estufada com Especiarias

Hoje deixo uma receita de carne estufada com especiarias, com o cheiro característico da minha infância. Isto acontece por que a minha mãe sempre cozinhou esta e mais recitas fazendo recurso às especiarias que lhe dão um toque especial.

Antes de conhecermos outras realidades pensamos, aliás nem pensamos, damos como adquirido que para o resto do mundo só existe a nossa realidade que é banal, comum e normativa. Pois supostamente não há realidade diferente.

Este devaneio deve-se a esta receita, envolvida com o cheiro e sabor das especiarias, que para mim era A REALIDADE, até que descobri que esta era a minha realidade e talvez a de mais algumas pessoas, mas não a de todas.
Isto aconteceu quando comi outras carnes estufadas e, apesar de muito boas, senti que faltava algo, ou seja as especiarias que lhe dão um toque especial e característico e me reportam à minha infância e no fundo a toda a minha existência.


Ingredientes:

800 gr de carne de vaca açoriana;
4 dentes de alho;
1 1/2 de vinho branco;
1 colher de chá de massa malagueta;
4 bagas de pimenta da Jamaica;
1 cravinho;
1 Canela em acha  (ou para quem não conhece esta nomenclatura um pau de canela);
1/2 noz moscada;
1 folha de louro;
1 colher de sopa de tomate concentrado;
Sal;
3 colheres de azeite. 

Preparação:

  1. Cortar a carne em cubos e temperar com sal, reserve;
  2. Levar o azeite a aquecer numa panela de fundo grosso (usei a minha panela de ferro);
  3. Adicionar a carne e deixar fritar ligeiramente;
  4. Acrescentar os alhos esmagados e as especiarias;
  5. Quando a água que se forma desaparecer adicionar o vinho, o concentrado de tomate e a massa malagueta;
  6. Deixar estufar em lume brando cerca de 1 hora;
  7. Rectificar o tempero e se necessário acrescentar água.
     





terça-feira, 6 de março de 2012

Batatas no Microondas





Como tinha tempo e disponibilidade mental apeteceu-me fazer e experimentar algo diferente. Por isso, saíram estas batatas no microondas simples e rápidas, para além disso também se economiza na loiça suja, pois a tigela onde “cozem” pode ser também aquela em que são servidas.

Falo na economia ao nível da loiça suja por que recentemente recebi uma observação, que não foi a primeira, em relação a esta matéria.

De facto, fazendo uma retrospectiva, todas as pessoas com quem vivi, desde a minha mãe até a colegas de faculdade se queixaram do mesmo, todos, em alguma altura, disseram, “sejas muita loiça”.

Para que haja justiça tenho que lhes dar razão. É verdade, sempre que preciso de um utensílio o meu primeiro impulso é o de ir à gaveta ou ao armário e tirar um lavado, mesmo que à minha frente esteja um que só foi usado uma vez e no mesmo preparado.

Tenho que confessar que todos têm razão e também tenho que admitir que nunca fiz um grande esforço para remediar esta situação. No pior dos casos tenho que a lavar e também não é coisa que me atormente muito. Por isso, acho que irei continuar a receber reparos em relação a esta matéria. Como nos condicionamos em tanta coisa na vida não nos podemos condicionar em tudo, algumas coisas devemos, até por uma questão de sanidade mental, deixar levar-nos pelos impulsos. E esta para mim é uma delas.


Ingredientes:

3 batatas doces;
1 batata da terra;
½ limão;
Sal;
1 colher de chá de massa de malagueta;
1 colher de chá massa de pimentão;
1 colher de sopa de azeite;
1 colher de chá coentros;
50 gr de Queijo da Ilha ralado;

Preparação:

  1. Descascam-se as batatas, cortam-se aos cubos e colocam-se numa tigela de vidro que possa ir ao microondas;
  2. Temperam-se as batatas com sal e com o sumo do limão, coloca-se o mesmo na tigela;
  3. Cobre-se a tigela com película aderente e leva-se ao microondas durante 13 minutos;
  4. Enquanto isto numa tigela coloca-se a malagueta, a massa de pimentão, sal, azeite e coentros, mistura-se este preparado;
  5. Quando as batatas tiverem prontas, retira-se o limão, picam-se grosseiramente com a ajuda de uma faca e cobrem-se com o preparado envolvendo bem;
  6. Por fim junta-se o queijo da ilha e mistura-se tudo.
  7. Está pronto a servir, caso se queira na mesma tigela, mas caso sejam como eu podem sujar mais um prato.

FONTE: Receita apresentada pelo Jamie Oliver no programa “Em 30 Minutos


segunda-feira, 5 de março de 2012

Chuva e Chá Quente








Este domingo amanheceu chuvoso e este estado manteve-se pelo resto do dia.

O que para mim foi uma verdadeira alegria. Por mais estranho que isto possa parecer, é verdade. Adoro dias de chuva, especialmente quando estou em casa e não tenho obrigações que me levem a ter de sair, por isso assim foi.

O dia foi repartido entre a cadeira da secretária e o sofá. O denominador comum foi a chuva, os pés gelados, mantas e mantinhas e claro, como não podia deixar de ser, receitas.

Esta felicidade foi celebrada e acompanhada de uma chávena de chá quente que não só me aquecia as mãos, mas também a alma.Todos estes factos dão, pelo menos a mim, a sensação de conforto, de protecção e de aconchego.

Por isso, este domingo foi de facto um dia feliz por todos estes factos, menos pelos pés frios que teimavam em não aquecer, mas claro, não há bela sem senão…

E já agora o chá que fez companhia - chá verde da Gorreana - um dos fantásticos produtos com assinatura açoreana.

 

sábado, 3 de março de 2012

Laranjas para a Sobremesa!



Um jantar de amigas, a celebrar a amizade! E entre memórias e lembranças, passadas e actuais, umas saborosas tangerinas trazidas por uma destas amigas.

Nada como o sabor e o cheiro dos citrinos, revigorante e um excelente estimulador de energia.

Estas foram recebidas com muita alegria e devoradas rapidamente, pois eram doces e viciantes que nem pipocas.

E aqui fica esta imagem, como catalisador de boas energias, como exaltação à amizade e à celebração dos reencontros felizes.

Tortilha de Peixinhos da Horta







Hoje, acordei malandra e e sem planos definidos para o almoço. Por isso, abri o frigorífico e encontrei feijão verde cozinho e uns brócolos esquecidos que não chegavam para uma dose. Então veio-me ao pensamento uma ideia que me tinha dado na sexta-feira "comemos ovos com feijão verde". Esta associação levou-me mais longe, rumo à minha infância. Lembro-me de estar em casa da minha avó materna e de ver a minha tia mais nova a fazer uma receita, que na altura me intrigou, não só por levar feijão, do qual na altura não era uma adepta fervorosa, mas também pelo nome, peixinhos da horta.


Os peixinhos da horta consistiam no fundo numa omeleta feita com feijão verde. Ou seja, colocava-se o feijão no fundo da sertã, bem alinhado, e por cima destes os ovos batidos com os respectivos temperos. E foi esta a minha inspiração para esta receita que, como levou uma dose maior de feijão verde e por isso ficou mais alta, foi baptizada de tortilha de feijão verde.  






Ingredientes:

  • 6 ovos;
  • Sal a gosto;
  • Pimenta do reino moída;
  • Feijão verde cozido;
  • Brócolos cozidos; 
  • 2 colheres de sopa de salsa picada;
  • 2 colheres de sopa de cebola picada finamente;
  • 3 colheres de sopa de leite;
  • 1 colher de azeite.

Modo de Preparação:

  1. Colocar o azeite na sertã e de seguida colocar o feijão verde e os brócolos distribuídos de forma uniforme;
  2. Colocar os ovos numa tigela, temperar com sal, pimenta e acrescentara a salsa, a cebola e o leite;
  3. Bater até estar tudo bem misturado;
  4. Colocar os ovos por cima dos vegetais;
  5. Deixar cozer em lume brando, lentamente, e com uma tampa em cima;
  6. Quando a mistura estiver quase toda coagulada fazer, com o auxilio de um garfo, alguns furos para deixar sair o vapor que se acumula no centro da sertã;  
  7. Quando a tortilha estiver totalmente cozida invertê-la num prato, isto é, coloca-se um prato em cima da sertã e vira-se os dois em conjunto de forma a que a parte que estava no fundo da sertã fique, no prato, virada para cima.